Quando maio chegar, quem não arou tem que arar.
Este provérbio popular é uma lição sobre oportunidade e as consequências da procrastinação.
No contexto agrícola tradicional, maio marca o limite para preparar a terra antes que o calor aumente e a janela de plantio se feche. O que o ditado nos ensina é:
O tempo não espera: Há momentos certos para cada tarefa; se perderes o timing ideal, o trabalho será muito mais difícil e penoso.
Responsabilidade tardia: Se não fizeste o que devias na altura certa, terás de o fazer sob condições desfavoráveis (com mais esforço e menos garantias de sucesso) para evitar o prejuízo total.
Futilidade do adiamento: Adiar o trabalho não o faz desaparecer; apenas acumula a pressão para quando o prazo estiver a terminar.
Em resumo: mais vale prevenir do que remediar, mas se falhares a prevenção, prepara-te para um esforço redobrado.

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