O rapaz vivia nas terras e nos montes dentro de um silêncio por vezes perturbador. Um silêncio que circulava e zumbia… um silêncio que parecia engolir as estevas e empurrava o musgo contra o granito…
Através desse silêncio ele dizia ouvir a voz do Criador, alguém a chamá-lo para lugares distantes e promissores. Um silêncio que pela voz do vento, tornava quase sinistra a água dos charcos onde as rãs chapinham e cantam felizes à Mãe Natureza. O rapaz observa os milhafres dançando em círculos, observa a passarada...
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