Segundo o jornal “O Público”, um ministro
japonês, defende que os cuidados de saúde para doentes mais idosos significam
um custo desnecessário para o país. Os custos dos tratamentos que prolonguem a
vida a pessoas com doenças sem recuperação são desnecessários para a economia
japonesa.
Este ministro foi tão direto que quase lhe
desculpo a afirmação. Em Portugal com a atual crise e os cortes nos salários
não será necessário fazer uma afirmação dessas dado que os mais pobres e
doentes têm duas opções: ou compram medicamentos ou compram comida.
Qualquer que seja a opção tomada, vão morrer mais
depressa, à fome mas sem dores ou mais ou menos sem muita fartura mas em
sofrimento.
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