Estas
duas palavras foram e são as que mais têm sido escritas e faladas. Mais a
primeira do que a segunda. Tem sido uma praga autêntica.
Curiosamente
estas palavras servem para dar nome às duas correntes: A narrativa do embuste e
o embuste da narrativa. Não sei qual delas é a mais forte. Qualquer delas tem
muitas parcelas. A narrativa do embuste tem muitos embustes. O embuste da
narrativa também possui imensas narrativas.
O
problema é que a grande maioria dos portugueses não sabe a qual delas deve
aderir, porque não sabe qual delas é a mais verdadeira. Não sabe mesmo a quem estas
duas teorias pertencem. São todos tão convincentes que nos leva a acreditar
neles e a cometermos os mesmos erros. Tem sido assim desde o 25 de Abril e
parece que assim vai ser sempre.
Espero
bem que agora que as duas correntes se encontram cara a cara, nos traga alguma
luz sobre o assunto: os culpados. Uma vez que ainda ninguém confessou e atira
as culpas para os outros. Onde está a verdade. Uns mais outros menos, todos são
culpados, mas todos se desculpam.
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