sexta-feira, 20 de julho de 2012

A TROIKA, POBRES E PELINTRAS


Os contratos são para cumprir. O que convém mesmo é que devem ser sempre analisados por quem sabe. Se assim não for, as coisas podem complicar-se. Há contratos de que não podemos fugir e aceitar as clausulas que nele estão fixadas se quisermos determinado produto.
Todo o mundo concorda que baixar a despesa no Estado é quase impossível devido à quantidade de funcionários que tem. Reduzir a despesa na Saúde, na Educação, na Segurança Social, etc., é também muito difícil.
Tudo isso está a ser feito e os resultados estão à vista.
Menos dinheiro menos compras e … menos compras mais desemprego. Mais desemprego, menos compras. É um círculo vicioso.
Taxar os mais pobres é perder tempo, já pouco têm. Taxar os mais ricos, nem pensar, é vê-los a escapulirem-se para fora do país com o seu dinheiro.
Restam os que não podem “dar corda aos sapatos”, que são sempre os mesmos. Os da classe média e média baixa, que têm alguma coisa. Tornam-se assim pobres e os pobres passam a pelintras.
Continuo a procurar quem efetivamente tem dinheiro, porque todo o mundo se queixa que a vida está má. Afinal quem tem o dinheiro que nos emprestam. Que raio de história mais complicada. 

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