Todo o mundo sabe que é preciso fazer sacrifícios para ver se conseguimos endireitar o barco. Resta saber se vai valer a pena estes sacrifícios e depois tudo volta ao princípio. Afinal as “gorduras” do Estado de que se falava eram nada mais, nada menos que os vencimentos dos funcionários da função pública. Daí os cortes do subsídio de férias de férias e de Natal dos mesmos. Daí os cortes dos subsídios de férias e de Natal também dos reformados.
Pena foi que se tenham esquecido das subvenções vitalícias aos políticos, não fosse a denúncia dos jornais. Parece que só recebem doze meses de subvenções vitalícias e é essa a razão de não serem contemplados com os “presentes” dados aos funcionários.
De certeza que haverá algum destes políticos a receber a subvenção vitalícia que terá algumas culpas na situação em que nos encontramos e vai daí, como prémio, não vai ajudar a acabar com estes problemas. Prova provada que são sempre os mesmos a pagar a crise.
Sem comentários:
Enviar um comentário